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Depressão no Adolescente

Postado por Psicologa Fernanda Nascimento terça-feira, 7 de fevereiro de 2012



A depressão na adolescência não consiste apenas em maus humores e melancolia ocasional. A depressão é um problema sério com grande impacto na vida de um adolescente. Se não for tratada, a depressão poderá conduzir a problemas na escola e em casa, abuso de drogas, ódio por si mesmo e até tragédias irreversíveis como homicídios ou suicídios.


Felizmente, a depressão na adolescência pode ser tratada, e como pai, professor ou amigo, há várias coisas nas quais pode ajudar.

Existem algumas ideias erradas acerca da depressão na adolescência, assim como acerca dos adolescentes em geral. Já todos sabemos que a adolescência é difícil, mas a maioria dos jovens contrabalança a ansiedade e angustia com boas amizades, sucesso na escola ou em outras actividades, e o desenvolvimento de um forte sentido de si próprio. Maus humores e rebeldia são normais na idade, mas a depressão na adolescência é muito diferente. A depressão pode destruir a essência da personalidade do adolescente, causando tristeza, desespero, ou raiva.
A depressão na adolescência está a aumentar, ou talvez só agora estamos a apercebermo-nos dela, o facto é que a depressão atinge mais os adolescentes do que a maioria das pessoas pensa. E apesar de a depressão poder ser tratada, os peritos afirmam que apenas 20% dos adolescentes deprimidos recebem ajuda.
Ao contrário dos adultos, que têm a capacidade de procurar ajuda sozinhos, os adolescentes dependem dos pais, professores ou outros adultos para se aperceberem do seu sofrimento e para encaminhar para um tratamento. Portanto, se tiver um adolescente presente na sua vida, é importante que saiba o que é uma depressão na adolescência e como detectar os sinais de alarme.

Os adolescentes enfrentam variadíssimas pressões, desde as mudanças da puberdade a questões sobre quem são e onde pertencem. A transição de criança para adulto também pode trazer conflitos com os pais, na medida em que os adolescentes começam a exigir a sua independência. Com todo este drama, nem sempre é fácil diferenciar entre depressão e estados de humor típicos da adolescência. Tornando as coisas ainda mais complicadas. Os adolescentes com depressão não aparentam necessariamente tristeza. Em alguns adolescentes deprimidos, são mais visíveis sintomas como irritabilidade, agressividade e raiva.

  • tristeza ou desespero;
  • irritabilidade;
  • raiva;
  • hostilidade;
  • choro frequente;
  • isolamento;
  • perda de interesse em actividades;
  • mudanças nos hábitos de alimentação e de sono;
  • falta de descanso e agitação;
  • sentimentos de culpa;
  • falta de entusiasmo e de motivação;
  • fadiga ou falta de energia;
  • dificuldades na concentração;
  • pensamentos de morte ou suicido.
Se não tem a certeza se um adolescente está deprimido ou se se trata apenas de uma fase da adolescência, tenha em atenção a duração e gravidade dos sintomas, e nas diferenças de atitudes em relação à sua maneira de ser.
Enquanto algumas “dores” são necessárias nas etapas de crescimento, grandes e dramáticas mudanças de personalidade, humor ou comportamento são sinais de um problema grave.

A depressão nos adolescentes pode ser muito diferente da depressão nos adultos.

  • irritabilidade ou raiva;
  • dores inexplicáveis (adolescentes deprimidos queixam-se frequentemente de dores de cabeça ou de estômago);
  • extrema sensibilidade às críticas;
  • isolamento de algumas pessoas (enquanto que os adultos se isolam completamente, os adolescentes tendem a conservar algumas amizades).

Os efeitos negativos da depressão na adolescência vão mais além do que um estado melancólico. Várias atitudes de rebelião são, por vezes, indicação de depressão.

  • Problemas na Escola
A depressão pode causar baixos níveis de energia e dificuldades de concentração. Na escola, pode resultar em falta de atenção, descida das notas, ou dificuldades com os trabalhos de casa.
  • Fugas
Vários adolescentes deprimidos fogem de casa ou falam acerca disso. Tentativas deste género são usualmente pedidos de ajuda.
  • Abuso de Substâncias
Os adolescentes podem utilizar drogas e/ou álcool para se “auto-medicarem”. Infelizmente, o abuso de substância só torna as coisas ainda piores.
  • Baixa auto-estima
A depressão pode levar um adolescente a sentir-se feio, envergonhado, falhado, ou sem valor.
  • Distúrbio Alimentares
Anorexia, bulimia, comer de mais e fazer dietas “yo-yo” são frequentemente sinais de depressão.
  • Adição à Internet
Os adolescentes podem utilizar a Internet como escape dos seus problemas. Mas o uso excessivo de computadores apenas aumenta o seu isolamento e torna-os ainda mais deprimidos.
  • Auto-mutilação
Cortar-se, queimar-se, e outros tipos de auto-mutilação estão quase sempre associados a depressões.
  • Comportamentos de risco
Os adolescentes deprimidos tendem a assumir comportamentos de risco, como conduzir embriagado, exagerar no consumo de bebidas alcoólicas, e ter relações sexuais sem protecção.
  • Violência
Alguns adolescentes deprimidos (por norma, aqueles que são vitimas de bullying, i.e., vitimas de outros colegas mais velhos ou fortes) tornam-se violentos. Como os conhecidos casos de massacres em escolas, que infelizmente têm aumentado. Os adolescentes deprimidos podem desenvolver aversão a si próprios e desejo de morrer, podem originar uma raiva violenta e até homicida.
  • Suicídio
Adolescentes seriamente deprimidos pensam e falam em suicídio, ou chamam à atenção com tentativas de suicídio. De acordo com os especialistas, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens dos 15 aos 24 anos. Para a maioria dos jovens suicidas, a depressão ou outra desordem psicológica têm um papel fundamental. Em jovens deprimidos que abusam de álcool ou de drogas, o risco de suicídio é ainda maior. Devido ao perigo real de suicídio, os adolescentes deprimidos devem ser acompanhados para uma mais rápida detecção de pensamentos ou comportamentos suicidas.
Os sinais de alarme incluem:
  • falar ou fazer piadas acerca de tentativas de suicídio;
  • dizer coisas do género “estava melhor morto”, “quem me dera desaparecer para sempre” ou “não há saída”;
  • falar positivamente acerca da morte e romantizar a morte (“se morresse, as pessoas iriam de certeza gostar mais de mim”);
  • escrever histórias e poemas acerca da morte ou do suicídio;
  • ter comportamentos de risco ou ferir-se várias vezes em acidentes;
  • dar os seus bens pessoais;
  • dizer adeus à família e aos amigos; procurar armas, comprimidos ou outras formas de suicídio.

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Sou Funcionária Pública Federal e Psicóloga Graduada na Faculdade CESMAC, especializada nas áreas Jurídica, Clínica e Escolar. Pós Graduada em Vigilância à Saúde, pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL.
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