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As Mulheres são dadas aos Visitantes!

Postado por Psicologa Fernanda Nascimento sexta-feira, 4 de maio de 2012

Família de esquimós unidos

  Os Esquimós eles têm uma tradição que é compartilhar a sua esposa com os visitantes de sua casa.

  Esquimós são povos indígenas  que habitam tradicionalmente as regiões em torno do Círculo Polar Ártico , no extremo norte da Terra, como o leste da Sibéria, o norte do Alasca e do Canadá e a Groenlândia.
Como vivem esses povos?

 Eles vivem da caça, não deixam passar nada, procuram aproveitar ao máximo de tudo que consegue de animais, inclusive utilizam a pele dos animais para confecção de roupas para se protegerem do frio. Até sapatos eles produzem,usam a parte  a parte do pêlo dos animais voltada para dentro e o couro para fora, dessa forma eles conseguem ficar quentes por mais tempo.

  Por muito tempo acreditou-se erroneamente queeskimo significaria "comedor de carne crua". O termo passou, então, a ser considerado politicamente incorreto, por muitos, no final do século 20. Atualmente, entretanto, acredita-se que a origem do termo está mais relacionada com os calçados usados para neve.




Iglu 

Casas construídas na neve pelos Esquimós


Tenda Eskimo

São seus abrigos para se protegerem do frio

  Dentro de suas casas, as mulheres se dedicam a cozinhar e costurar, enquanto os homens preparam seus utensílios para caçar e pescar focas e baleias.

  Durante o inverno é comum que os alimentos fiquem escassos, época em que os homens saem para viajar e caçar. Quando as expedições duram muitos dias, é necessário construir casas temporárias, feitos com gelo, os iglus são estes famosos refúgios.

Um filho, duas mães 
A troca de casais sempre foi uma estratégia de sobrevivência dos Esquimós. Vivendo num território inóspito, eles criaram formas de estender os laços de parentesco, como garantia de auxílio nos tempos duros. No passado, o envolvimento de casais de cidades próximas era uma dessas tradições: maridos e mulheres eram trocados durante algumas visitas e todas as crianças filhas do dois casais viravam irmãs. Assim se criava uma só família, em duas cidades, o que facilitava as viagens. Hoje a adoção ainda é comum. As grávidas não pensam em aborto, mas na opção de ficar com o filho ou dá-lo a outra mulher. O bebê chama as duas mulheres de mãe e as famílias se tornam parentes. 
  
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A ética dos esquimós

A ética dos esquimós

A cooperação tem sido o maior valor das comunidades das terras geladas do Alasca, onde a cultura iñupiaq há milhares de anos se alimenta de caça e de virtude
Quando saí do Rio, em abril de 1996, de férias do meu emprego de chefe da Fotografia da sucursal carioca da Folha de S.Paulo, não tinha idéia de que minha vida iria mudar totalmente. Escolhi uma viagem inusitada, é verdade. Levei minha câmera, lentes e fui, sozinha, para a ponta extremo norte do continente americano, onde os esquimós ainda caçam baleias tradicionalmente em pequenos barcos, movidos a remos feitos de madeira coberta de peles de foca. É caça de subsistência, distribuída entre todos que ajudaram.
Quando eu era pequena, meu pai me chamava de esquimó, pois quando eu sorria minhas bochechas altas fechavam meus olhos. Ainda fecham. Desde então sempre quis conhecer esse povo do gelo. Minha oportunidade estava ali. Não tinha filhos, havia terminado um namoro, ganhava bem. Podia escolher as férias e o Alasca foi o lugar escolhido para passar o mês.
A ponta Barrow é uma restinga de areia onde são jogados os ossos de baleias caçadas no outono. Os ursos polares chegam do mar, nadando, para conferir se ainda existe uma ou outra sobra de carne nos ossos. A quatro quilômetros dessa ponta está uma cidade pequena com o mesmo nome e 4.500 habitantes, a maioria esquimós da etnia iñupiaq, palavra que significa “povo de verdade”. A região é considerada um deserto. Não existem árvores. A única vegetação é a tundra, uma espécie de grama do frio. A terra não dá frutos. A comida do esquimó vem mesmo da caça de animais e a mais importante delas é a da baleia.
Queria fotografar essa caça, mas não é fácil chegar ao acampamento dos baleeiros. É preciso conhecer alguém envolvido na caçada. Acontece que no meu primeiro dia na cidade conheci um belo rapaz, chamado Kelly, de cachos louros e olhos azuis que pagou minha passagem no ônibus. Tinha entrado com dinheiro e não havia trocador, o motorista só aceitava fichas compradas sei lá onde.
Ele achou engraçado eu não saber dos costumes locais e aproveitou para me contar vários deles no trajeto. Depois que saltei, descobriu onde eu estava hospedada e me procurou. Três meses depois nos casamos. Na lua de mel engravidei de um menino, James, também chamado de Sakiq, e três anos depois tive uma menina, Juliana, mais conhecida no Alasca por Amayun, seus nomes esquimós.
Kelly foi morar lá aos 10 anos por causa de um emprego de seu pai, piloto de avião. Aos 14, a família foi para outro emprego em outro estado americano. O menino resolveu que ficaria por lá, com a família de esquimós de seu melhor amigo, os Edwardsen. Era mais um entre 12 filhos e foi informalmente adotado por essa família generosa. E eu também fui. Acabei vivendo lá, como uma esquimó, por oito anos e há quatro moro com meus filhos entre o Rio de Janeiro e Barrow. Temos uma casa aqui e uma lá. Kelly morreu em março de 2006, após uma crise de pancreatite. Os Edwardsen são minha família até hoje.Ler Mais



Esquimos puxando baleia


                              Luciana
Luciana e seu filho (Foto: Luciana Whitaker)
                                     


Um comentário:

  1. Olá, parabéns! Belíssimo relato! Temos muito que aprender realmente com esta bela cultura. Isto tudo indica como a moral é algo muito relativo. Somos muito bons para julgar os outros, mas se vivermos nas condições em que a pessoa vive, certamente mudaremos nossos valores. Os esquimós matam as baleias porque disso depende sua sobrevivência, bem diferente de outros lugares em que matam para satisfazer sua ganância. E o desapego que eles têm em relação à família é surpreendente, e isto é o que os torna mais afetivos e amorosos, com certeza. Um abraço! Obrigado e tudo de bom!

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Sou Funcionária Pública Federal e Psicóloga Graduada na Faculdade CESMAC, especializada nas áreas Jurídica, Clínica e Escolar. Pós Graduada em Vigilância à Saúde, pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL.
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