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Positivo e Negativo do Telefone

Postado por Psicologa Fernanda Nascimento sábado, 10 de março de 2012


        Graças ao Alexander Graham Bell hoje podemos nos comunicar com pessoas de todo país, uma invenção que até nos dias atuais tem sido o meio de comunicação mais utilizado no mundo. E com o avanço da tecnologia, novos aparelhos surgiram facilitando ainda mais o acesso a comunicação. 


     







                 

                 A história do telefone
      


InfoEscola: Navegando e Aprendendo



Alexander Graham Bell.jpg
Por Thais Pacievitch
O telefone, este objeto que fascinou o mundo, no final do século XIX e hoje parece tão familiar, é o resultado de muitos esforços e invenções para conseguir que a voz humana fosse transmitida através de longas distâncias. Sua história teve início na oficina de Charles Williams, localizada na cidade de Boston, e onde também trabalhava Tomas A. Watson, pessoa que sentia entusiasmo e simpatia por coisas novas, e se dedicava, em tempo integral, à invenção e ao aperfeiçoamento de aparelhos elétricos.


Telefone de 1906
Foi nesta mesma oficina que se deu o encontro entre Watson e Alexander Graham Bell, que havia estudado na Universidade de Boston, era professor de fisiologia vocal, e tinha se especializado no ensino da palavra visível (sistema inventado pelo seu pai, com a finalidade de que uma pessoa surda pudesse aprender a falar). Bell tinha a intenção de aperfeiçoar seu “telégrafo harmônico”, aparelho com o qual pretendia transmitir em código Morse de seis a oito mensagens simultâneas. Foi assim que Graham Bell chegou àquela oficina, procurando suporte tecnológico para sua invenção, e começou a trabalhar com Watson. Mais adiante, Bell disse a Watson estas palavras: “Se eu pudesse fazer com que uma corrente elétrica variasse de intensidade da mesma forma que o ar varia ao se emitir um som, eu poderia transmitir a palavra telegraficamente.” Esta foi a chave do invento que viria a se chamar telefone.
Depois de muitas tentativas, em 1876, o sonho de Bell se tornou possível. Através de um aparelho, entre um cômodo e outro, Watson ouviu Bell dizendo: “Sr. Watson, preciso do senhor, venha.” Nascia, assim, o telefone. A nova invenção foi apresentada na Exposição do centenário de Filadélfia. Desde então foram grandes e impactantes os avanços da telefonia até o que hoje chamamos de telefones celulares.
Em 1973, quase 100 anos depois da invenção do telefone, a marca Motorola apresentou ao mundo o primeiro aparelho de telefonia móvel. Este aparelho foi desenhado por Martin Cooper, que fez a primeira ligação para a concorrência (Bell Labs), com quem disputava a criação de um aparelho telefônico que não usasse fios. Esta primeira ligação foi recebida por Joe Engel, que não se amedrontou com a derrota. Pelo contrário, aperfeiçoou a tecnologia e fez com que O Bell Labs fosse responsável pelo celular tal qual como hoje é conhecido em todo o mundo.


     O telefone e os perigos a saúde e ao comportamento humano

   Com o passar dos anos, novos aparelhos telefônicos avançados surgiram, e o que tem de bom, poderá ser prejudicial a saúde de muitas pessoas por causa da radiação emitida por aparelhos celulares, e também pode influenciar no comportamento de muitos jovens adolescente,e até mesmo na vida dos adultos, cabendo a cada um se controlar no uso exagerado do telefone.


     Estudos desaconselham o uso de celular por crianças e jovens de até 16 anos. O departamento de saúde britânico recentemente obrigou os fabricantes de celular a informar os consumidores, por meio de folhetos, sobre esse risco.


   O rápido crescimento do número de usuários da telefonia celular (bem como de outros meios de comunicação sem fio) tem chamado a atenção, em todo o mundo, para os possíveis riscos que poderiam ser causados pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por aparelhos celulares ou estações rádio-base (torres de celular).
 Estudos científicos sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas no corpo humano vêm sendo realizados há aproximadamente 45 anos, e foram intensificados na última década. Com base nos resultados destes estudos, acredita-se, hoje, que as configurações utilizadas nas estações rádio-base não causam qualquer efeito adverso à saúde ou ao meio ambiente. 
  Diretrizes e normas foram criadas por organizações reconhecidas mundialmente, tal como a Organização Mundial da Saúde, para fixarem limites bastante seguros de exposição aos campos eletromagnéticos. A Telefonia Celular ressalta sua preocupação em cumprir todas as normas e recomendações de organismos nacionais e internacionais que tratam do assunto.Ler Mais


    Desde que o telefone celular passou a ser considerado um aparelho indispensável para facilitar as necessidades cotidianas das pessoas, investigações sobre o seu uso começaram a                                                            ser desenvolvidas desde diversas perspectivas (Campbell, 2006; Fortunati, 2002). 
  
   Estudos buscam compreender como tal tecnologia vem se inserindo na sociedade e revelando                                           tendências de comportamento. Frente a esses achados, observa-se que a abrangência do telefone celular na vida dos adolescentes é proporcionalmente maior do que na de adultos                                                   (Eliot e Jankel-Elliot, 2003). Também são diferentes os motivos e as necessidades desse grupo em utilizar o celular (Lorente 2002; Charlton et. al, 2002; Yoon, 2006). No caso dos adolescentes, pode-se perceber que enquanto as parcerias se intensificam entre o grupo de iguais, a relação com os pais sofrem conseqüências significativas. Na adolescência,predomina, entre os jovens, uma necessidade de separação e diferenciação com relação aos seus pais, e nesse embate por independência e privacidade, o telefone celular aparece como instrumento fundamental para a “sobrevivência” desses jovens nesse ambiente já não mais tão familiar. A família e escola talvez sejam os cenários onde a reverberação do uso do celular pelos adolescentes seja mais perceptível e polêmica. Isto é, por um lado jovens não cogitam a hipótese de viver sem o aparelho e por outro, muitos pais e professores não sabem como agir a esse respeito.Ler Mais














     

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Sou Funcionária Pública Federal e Psicóloga Graduada na Faculdade CESMAC, especializada nas áreas Jurídica, Clínica e Escolar. Pós Graduada em Vigilância à Saúde, pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL.
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