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Lenda das Estruturas da Psique!

Postado por Psicologa Fernanda Nascimento sexta-feira, 16 de março de 2012

 

Quem nunca ouviu falar dessa lenda?

   Para quem não os conhece eles se chamam ID, EGO e SUPEREGO, precisamos entender como cada um age em nossa Psique. Os mesmo formam a estrutura do nosso aparelho psíquico.


    O ID é por sua vez a estrutura mais teimosa da nossa psique, que comanda nossos desejos, é carregado de energias.

    O EGO seria a estrutura inteligente do conhecimento entre si o meio.

    O SUPEREGO por sua vez é a estrutura que comanda a moral e os valores do indivíduo.Esse tenta controlar os impulsos do Ego recriminando suas atitudes, porém não o desestruturando.


    Se pararmos para analisar a história, veremos que cada porquinho teve uma oportunidade para se defender do "Lobo" que seria o agente de perigo. O ID é a estrutura do prazer, dos desejos, e não se preocupa com os prejuízos, sendo assim, representado pelo primeiro porquinho, buscando a forma mais fácil de resolver as coisas, escolheu sua casa de palha, nem deu conta do perigo, só queria facilidade e diversão.


    Em outras palavras, o id quer o que se sente bem no momento, sem nenhuma consideração para a realidade da situação. Quando uma criança está com fome, o id quer comida, e, portanto, a criança chora. Quando a criança precisa ser mudado, os gritos id. Quando a criança é desconfortável, com dor, muito quente, muito frio, ou apenas quer atenção, o id fala até a sua ou suas necessidades sejam atendidas.


    O ID não se preocupa com a realidade, sobre as necessidades de ninguém, apenas a satisfação própria. Se você pensar sobre isso, os bebês não são reais atencioso com os desejos de seus pais. Eles não têm cuidados de tempo, se seus pais estão dormindo, relaxar, comer, jantar ou tomar banho.Quando o ID quer algo, nada mais é importante.


    No Caso do EGO, tentou construir sua casa de madeira para ser melhor que a do ID, porém não pensou que sua casa fosse tão insegura, pois-se a descansar,não dando ouvidos a seu irmão mais velho que é o SUPEREGO, só queria saber de satisfazer o desejo de seu irmão ID, e só queriam saber de brincar e nem aí para o perigo e medo do Lobo.


    O EGO baseia-se no princípio da realidade,é segunda parte da personalidade começa a se desenvolver na criança. O EGO entende que as outras pessoas têm necessidades e desejos e que, por vezes, ser impulsivo e egoísta pode nos prejudicar a longo prazo. Seu trabalho do EGO para satisfazer as necessidades do ID, tendo em consideração a realidade da situação.


      Já o irmão mais velho, temendo o perigo construiu uma casa forte de tijolos,como ele era o mais velho, mesmo sabendo que seus irmãos só queriam brincar, ele se preveniu, e assim aconteceu  e a hora certa chegou, quando o Lobo foi atacar seus irmãos, o SUPEREGO os socorreu. É assim, que acontece com nossas estruturas, O ID tenta satisfazer os seus desejos nos levando para os prazeres, seu irmão EGO, gosta de o satisfazer, mais tem muito cuidado, para não o destruir.


       Em uma pessoa saudável, de acordo com Freud, o ego é o mais forte para que ele possa satisfazer as necessidades do id, e não perturbar o superego, e ainda levar em consideração a realidade de cada situação. Não é uma tarefa fácil, por qualquer meio, mas se o ID fica muito forte, impulsos e auto-gratificação assumir a vida da pessoa. Se o superego torna-se a forte, a pessoa seria conduzido pelos costumes rígidos, seria crítico e inflexível em suas interações com o mundo. 

   
    E o que os três porquinhos tem a ver com essas estruturas de nossa psique?

Slide De Psicologia Id, Ego E Superego
        


                Vamos ver como esses porquinhos se comportam?



A história que vamos ler é a dos três porquinhos e o Lobo e, como aqui vamos ver, só um deles não é bobo, pois os outros dois quase perdem a vida, criando juízo depois que a fera foi vencida.

Era uma vez três porquinhos. Cícero, Heitor e Prático. Um dia decidiram construir três casas. Cada um ia fazer a sua, para esconder-se do lobo, que era muito mau e gostava de comer porquinhos. Cícero encontrou logo tudo que  precisava:


 Eis aqui uma porção de bambus, cola e barbante. Com isto, vou construir uma casa muito   boa


Heitor logo falou:
- Um sopro do lobo chega para derrubar sua casa.
- Nada disso! Você está brincando? Minha casa vai ser muito forte!
E num instante o porquinho Cícero estava com a casa pronta. Todo contente pôs-se a cantar:






"A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, feliz tal qual um rei!" 





 Os outros dois porquinhos continuaram caminhando pela estrada. Pretendiam fazer casas melhores que a do Cícero, por isso procuravam material mais forte que bambu.


 Logo adiante Heitor falou:
- Ei, irmãozinho! Por que não paramos aqui? Veja que tábuas ótimas! O lobo não poderá derrubar uma casa feita com elas.
Ora, com dois sopros o lobo derruba uma casa de tábuas! - respondeu Prático. - Mas se você quer, fique aqui para construí-la. Eu vou procurar coisa melhor. 
Vou fazer uma casa à prova de lobo, você vai ver! - disse Heitor que já estava cansado de tanto andar e achou melhor começar o trabalho. Não levou mais que um dia para fazer a casa. 

Quando estava pronta ele cantou: 



 



 
"A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!" 


Prático não tinha preguiça.  Trabalhou quatro dias sem parar, para construir sua casinha. Mas, quando terminou o serviço, a casa era sólida, feita de tijolos e cimento. Tinha até janela, porta com cadeado e lareira com chaminé!

Os três irmãos ficaram morando cada um na sua casinha.



Um dia o lobo passou ali por perto e sentiu  cheiro de porquinho, que era sua comida predileta.
- Hum! Que cheiro bom de porquinho! Até me dá água na boca! Vem daquela casinha de bambu... Vou dar uma olhada.


 O lobo! - gritou Cícero assustado, ao vê-lo.
Oh, um porquinho! - exclamou o lobo lambendo os beiços. - Que está fazendo aí dentro de casa? Venha dar um passeio comigo!
- Eu não! - respondeu o porquinho. - Você está querendo me comer.
Não vou nessa conversa. Não sou nenhum bobo.

 Se não vai por bem, vai por mal - ameaçou o lobo. - Vou soprar sua casinha e com um único sopro ela voará pelos ares!
- Isso é o que você pensa! - respondeu o porquinho. - Minha casa é muito forte!
- Depois não diga que não avisei - continuou o lobo.
- Lá vai: um . . . dois . . .  três!
O lobo soprou e com o primeiro bufo já derrubou a casinha. Os bambus voaram pelos ares e Cícero saiu voando também.


 Que aperto! Com o lobo nos 


calcanhares, Cícero tratou de correr para a casa de Heitor, gritando: 

 - Depressa, abra a porta! O lobo está atras de mim!
- Entre, entre! - disse Heitor. - Aqui estaremos a salvo.

Ao chegar perto da casa de Heitor, o lobo fingiu de bonzinho e falou:
- Estou triste e sozinho, deixem-me entrar!
Os porquinhos responderam:
- Não somos bobos! Você quer nos comer. Não vamos abrir a porta nunca.


 - Não? Pois já lhes mostro o que vai acontecer - respondeu o lobo.
- Prestem atenção: um . . .  dois . . .  três . . .!
o lobo soprou e no segundo bufo já a casa de tábuas estava voando pelos ares. Mais que depressa os dois porquinhos se agarraram ao madeirame do telhado. Cícero e Heitor voaram junto com a casa.


 A sorte dos dois foi que caíram perto da casa de Prático. Assim que se viram no chão, trataram de correr para lá em disparada.
- Depressa, Prático, abra a porta! O lobo, com dois bufos, mandou minha casa de tábuas pelos ares!
Cícero falou também:
- Depressa, Prático, abra a porta! O lobo, com um bufo, desmanchou minha casinha de bambu!


O Prático abriu a porta e os dois entraram correndo. Eu bem que avisei, disse Prático. - Suas casinhas eram muito fracas para resistir ao lobo. Eu trabalhei bastante, mas minha casa de tijolo e cimento é forte. Nem com dez bufos o lobo consegue derrubá-la.
- Vamos trancar a porta com o cadeado! - disse o Gorducho.
- E vamos fechar as janelas, depressa!

 O lobo já ia chegando. Descera a colina correndo tanto que estava sem fôlego. Parou diante da casa de Prático e ficou admirado de ver como o porquinho tinha conseguido fazer uma casa tão sólida.
- Não vai ser fácil derrubá-la, ainda mais que estou cansado de tanto correr . . .  Acho melhor arranjar um jeito de enganar esses três bobinhos.
- Porquinhos, deixem-me entrar, só quero cumprimentar!
- Lobo velho disfarçado, você gosta de assado. Não insista vai embora, estamos dentro, você fora.
- Ora, deixem de conversa! Vocês vão ou não abrir essa porta?
- De jeito nenhum, desista!
- Estou perdendo a paciência porquinhos!
- Azar o seu! Não temos nada com isso!

 O lobo furioso:Que falta de respeito! Afinal, sou mais velho que vocês e além disso, sou lobo e vocês são porquinhos! Vocês tem que me obedecer! Pela última vez, abram essa porta!
- Não, não e não!

Então lá vai:
- Um . . . dois . . . três . . .
O lobo soprou com toda força que tinha. Estava com tanta raiva, que seu sopro foi ainda mais forte. Mas a casa de tijolos, nem se abalou.
O lobo soprou de novo e tornou a soprar . . .  Cada vez ficava com mais raiva e soprava mais forte. Mas não adiantava nada: a casa não caía.
- Não falei que minha casa era sólida? Pode bufar quanto quiser . . . a casa vai resistir até você não aguentar mais!
O lobo viu que o porquinho tinha razão. Já estava completamente sem folego e a casa não caía. Tratou então de passar a conversa nos três:
- Porquinhos, sabem o que eu encontrei? Aqui bem perto há uma macieira carregada. Que tal se dividirmos as maçãs?
- Ótimo! Aceitamos!
- Pois bem. - Vamos marcar um encontro, amanhã pela manhã.
- Combinado - disseram os três porquinhos.
Na manhã seguinte, o lobo chegou à macieira e não viu os porquinhos. Daí a pouco uma voz chamou:
- Lobo mau, estamos aqui em cima da macieira!
- Desçam já daí - gritou o lobo.
- Por que? Estamos comendo nossa parte das maçãs - responderam os três.
- Ajudem-me a subir na árvore! - pediu o lobo.


 Não precisa subir - respondeu Prático. - Vou atirar-lhe uma maçã, toma!
- Hum, é uma bela maçã! Vou pegá-la. Caiu aqui no meio do capim . . . Não consigo encontrá-la . . . Onde estará?
A maçã fique comendo para matar sua fome. Vamos pra casa correndo pois senão você nos come.
Viva o rei da esperteza, viva o nosso grande lobo. Ganhou hoje, com certeza, o premio de maior bobo!




 descerem da árvore e correrem a trancar-se na casa de tijolos.

Que significa isso? - perguntou o lobo zangado. - Ah, seus malandros! Estão se fechando dentro de casa!
O lobo distraído, a procura da maçã, não vira os três porquinhos 
 O lobo arranjou uma escada bem alta e encostou à casa. Devagarinho, tratou de subir sem fazer barulho.
- Agora não me escapam! - pensava ele. - Vou entrar pela chaminé . . . e cairei bem no meio deles! Os três bobinhos nem perceberão de onde eu vim!
Mas os três porquinhos, fechados dentro da casa, estavam alertas.

 Vendo as patas do lobo pela janela, Cícero avisou:
- Irmãos o lobo vai entrar pela chaminé
- Vamos fugir! - disse Heitor. Deixe que ele venha! - falou Prático.
- Vai cair no fogo e se queimar todo! - respondeu o Gordinho.
O lobo, no entanto, ia pensando:
- Basta escorregar pela chaminé . . . sem barulho . . .
E desceu, sem imaginar o que o esperava. 

 Socorro! Minha cauda está queimando! Socorro! Água! Socorro!

Com fogo o lobo corremos, dando-lhe boa lição e rindo agora o vemos sumir como um rojão!
Grande é a nossa felicidade, uma festa se fará. O bem venceu a maldade, o lobo não voltará!

O lobo com a cauda toda queimada, saiu aos pulos, urrando de medo e susto, enquanto os três porquinhos riam às gargalhadas. 




  
 Ele nunca mais voltou ali. Os três irmãozinhos se puseram a trabalhar e construíram uma casa grande e bonita, de tijolo e cimento, para os três morarem juntos. Ficou muito boa, forte e resistente: era uma casa à prova de lobo.


E assim termina a história dos três porquinhos sabidos. Mas fique em nossa memória que os dois distraídos, com os perigos passados, ficaram mais ajuizados . . .

 




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Sou Funcionária Pública Federal e Psicóloga Graduada na Faculdade CESMAC, especializada nas áreas Jurídica, Clínica e Escolar. Pós Graduada em Vigilância à Saúde, pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL.
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