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Preservar o Solo é Vida!

Postado por Psicologa Fernanda Nascimento domingo, 15 de abril de 2012

             


   A conservação do Solo é um dever de todos, infelizmente existe pessoas que ainda precisam se educar, ou seja, ter educação ambiental, o solo tem fundamental importância para nossas vidas, abaixo do subsolo  encontramos várias camadas protetoras que protegem os lençóis  freáticos, dentre ele encontramos muitas riquezas minerais como ouro, prata, cobre, pedras preciosas e sabemos que existe pessoas que enche o solo de lixo.
  Acho importante entender hoje que, apesar das revoluções tecnológicas surgidas desde aquela época, a exploração irracional continua degradando o solo de modo a prejudicar sua estrutura e esgotar seus nutrientes, levando muitas vezes ao abandono de terras que, mal cultivadas, esgotaram sua capacidade de produzir. 

  O desmatamento, as queimadas, os agrotóxicos aplicados em excesso, reduziram drasticamente a produtividade. Áreas cultivadas para pastagens ou culturas anuais, com pouca fertilidade e pH baixo, tem ocasionado também quedas na produção, não apenas no Brasil, mas em vários países, especialmente naqueles localizados na América Central.




                                

      É importante o cuidado com o solo, pois sabemos que dela podemos ter uma riqueza fundamental para nossa sobrevivência.
    Hoje vemos como o nosso solo tem sofrido com o efeito estufa e com a era da Globalização. A degradação do solo tem sido uma das causas mais terrível de destruição do solo. Com isso as plantas morrem, os animais morrem, e toda espécie se acaba ficando em extinção.

     
         
                                                                Degradação do solo


  CONSERVAR A VEGETAÇÃO NATIVA: não praticar desmatamento, queimadas, etc., pois a vegetação nativa possui propriedades que conservam o solo.

   COMBATE A EROSÃO: Feito através do sistema de curvas de nível. Valetas, em sentido circular, são feitas no solo de regiões altas (montanhas, morros, serras). Estas valetas absorvem a água, evitando assim as enxurradas que levam as terras.

   REFLORESTAMENTO: o eucalipto e o pinheiro são as arvores mais usadas nos reflorestamentos, essas arvores diminuem o risco de erosão no solo e o “seguram” no caso de montanhas, morros, serras etc.

   Podemos ajudar o solo começando dentro de casa, não despejando óleo vegetal na pia da cozinha, não trocar o óleo automotivo sozinho, pois esse olho é descartado erradamente e com certeza chegará ao solo, evitar jogar matérias não degradáveis no solo, evitar comprar produtor que a produção esteja ligada a extração não renovada, não contribuir diretamente no desmatamento e se certificar de que o lixo é eliminado da maneira correta. Vamos aproveitar que hoje é dia da preservação do solo e adotar essas pequenas medidas se ainda não contribuímos.


                               Vejamos mais!


           dia de campo
              Fonte



Algumas doenças, como o mofo branco, o nematóide e fungos de solo, podem dizimar toda a cultura da soja e do milho se não tratadas. Para isso, existem métodos como o controle químico, que tem como característica o imediatismo. No entanto, existe ainda outra técnica: o manejo biológico, que tem como princípio a sustentabilidade do combate. A técnica consiste na utilização de microorganismos benéficos como forma de diminuir gradativamente os problemas que afetam a lavoura. Suas principais vantagens são a preservação do solo e a durabilidade do controle, além do menor custo.

 A ideia da técnica é incrementar a produção usando microorganismos benéficos do solo que contem patógenos. Esses organismos benéficos têm a capacidade de parasitar, predar ou competir por alimentos — explica Eduardo Bernardo, pesquisador na área de pesquisa e desenvolvimento da Agrivalle.
Para manter os organismos benéficos próximos ao solo, Bernardo diz que é importante que o produtor saiba realizar a rotação de culturas e o incremento de matéria orgânica. Além disso, o preparo e a análise do solo são importantes para saber que tipo de cultura pode ser usada na rotação.
— A principal vantagem do manejo biológico é a preservação do maior patrimônio do produtor rural: o solo. Existe ainda a vantagem da durabilidade desse tipo de opção de controle. Quando realizamos esse processo de manejo, ele perdura por muitos anos. Ano a ano, o produtor consegue ver uma diminuição da incidência de patógenos — garante.
O entrevistado afirma, porém, que a maior limitação na adoção do sistema é relativa ao imediatismo. Segundo ele, quando se fala em manejo, não significa resolver o problema em uma ou duas safras. Esse é um processo contínuo.
— Em termos de custo, essa técnica é muito mais barata, já que perdura por muito mais tempo. Em geral, o início do trabalho com o manejo biológico exige medidas mais radicais. Com isso, os custos são mais altos nesse período. No entanto, no decorrer de 4 ou 5 anos, a técnica se torna muito mais barata, já que é sustentável — conta.
De acordo com ele, geralmente, é preciso entrar com doses mais altas de produtos biológicos no primeiro ano para estimular a biota de solo. No decorrer dos anos, essa dose diminui. Bernardo conta ainda que existem produtores que começaram esse trabalho há aproximadamente 2 anos com doses altas. Hoje, utilizam apenas uma dose de manutenção.
— Isso porque o controle biológico é acumulativo. Conforme o produtor ativa os microorganismos do solo, os problemas reduzem até o ponto de não existirem mais. Com isso, é possível conviver com as doenças a um custo muito baixo — explica.
Precauções
A primeira precaução antes de aderir à técnica, segundo o entrevistado, é saber exatamente qual o verdadeiro problema que existe na lavoura. Muitas vezes, o que a planta demonstra não é exatamente a causa do problema, mas sim o sintoma, como explica Bernardo.
— Para isso, é preciso a presença de um agrônomo responsável para fazer a identificação. Entendido o problema, o produtor toma as medidas necessárias. Essas medidas podem ser mais brandas ou mais radicais, dependendo do tamanho do problema. No caso dos nematóides, por exemplo, se a população for muito alta, será necessário mais tempo para reverter o quadro — conclui.
Para mais informações, basta entrar em contato com a Agrivalle através do número (35) 3422-3131.




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Sou Funcionária Pública Federal e Psicóloga Graduada na Faculdade CESMAC, especializada nas áreas Jurídica, Clínica e Escolar. Pós Graduada em Vigilância à Saúde, pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL.
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